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PRODUTOS

Bula do Floratil 200 Mg frasco com 6 cpsulas


Dica de compra
Floratil®

Saccharomyces boulardii - 17 liofilizado

- Formas farmacêuticas e apresentações

FLORATIL® 100 mg - cápsulas
Embalagem contendo 12 cápsulas.

FLORATIL® PEDIÁTRICO
Embalagem contendo quatro envelopes com 1 g de pó.

Uso oral - adulto e pediátrico

- Composição

FLORATIL® 100 mg
Cada cápsula contém 100 mg de Saccharomyces boulardii - 17 liofilizado (100 mg de liofilizado contêm cerca de 2 x 109 células de Saccharomyces boulardii - 17). e excipientes (açúcar, estearato de magnésio, lactose)

FLORATIL® PEDIÁTRICO
Cada envelope com 1 g de pó contém 200 mg de Saccharomyces boulardii - 17 liofilizado (200 mg de liofilizado contêm cerca de 4 x 109 células de Saccharomyces boulardii - 17).
e excipientes (aroma tutti-frutti, estearato de magnésio, frutose, lactose)

- Indicações

FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO estão indicados:

Como agente antidiarréico profilático e terapêutico.

Como restaurador da flora intestinal fisiológica.

- Contra-indicações

Não são conhecidas, até o momento, condições que contra-indiquem o uso de FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO.

- Precauções

Por serem produtos não absorvidos, portanto desprovidos de ações sistêmicas, desconhecem-se restrições ao uso de FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO, que podem ser empregados também em gestantes, mulheres que estejam amamentando e lactentes.
Os produtos não podem ser ingeridos juntamente com bebidas alcoólicas.

- Interações medicamentosas

Uma vez que seu princípio ativo é um levedo (Saccharomyces boulardii - 17), FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO não devem ser administrados juntamente com agentes fungistáticos e fungicidas, como os poliênicos e os derivados do imidazol, que poderiam inativar os produtos, reduzindo ou anulando seu efeito terapêutico.

- Reações adversas

Não são conhecidos, até o momento, relatos sobre a ocorrência de reações adversas decorrentes do uso de FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO.
Em algumas crianças ou lactentes, pode-se observar odor de fermento nas fezes, sem qualquer significado nocivo.

- Posologia e modo de usar

FLORATIL® 100 mg - cápsulas
Nas diarréias agudas: duas cápsulas, duas vezes ao dia.
Nas diarreias crônicas e na profilaxia das diarréias por antibioticoterapia: uma cápsula, duas vezes ao dia.
As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar, com um pouco de líquido. Em caso de necessidade (crianças ou pacientes com dificuldades de engolir), abrir as cápsulas e misturar seu conteúdo a líquidos ou alimentos semi-sólidos. Não adicionar o produto a líquidos ou alimentos quentes (acima de 60°C) ou gelados, assim como a bebidas alcoólicas.
O preparado deve ser administrado, de preferência, em jejum ou meia hora antes das refeições.
No caso de pacientes sob tratamento com antibióticos e quimioterápicos, administrar FLORATIL® um pouco antes desses agentes.

FLORATIL® PEDIÁTRICO
Nas diarréias agudas: um envelope, duas vezes ao dia.
Nas diarréias crônicas e na profilaxia da diarréia por antibioticoterapia: um envelope ao dia.
O conteúdo dos envelopes deve ser misturado a pequenas quantidades de líquidos ou alimentos semi-sólidos. Não adicionar o produto a alimentos ou líquidos quentes (acima de 60°C) ou gelados, assim como a bebidas alcoólicas. O preparado deve ser administrado, de preferência, em jejum ou meia hora antes das refeições. No caso de pacientes sob tratamento com antibióticos e quimioterápicos, administrar FLORATIL® PEDIÁTRICO um pouco antes desses agentes.
Após a abertura das cápsulas ou envelopes, FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO devem ser imediatamente ingeridos, pois o contato com o ar e a umidade alteram o prazo de validade dos produtos.
A posologia de FLORATIL®/FLORATIL® PEDIÁTRICO pode ser alterada a critério médico. Na maioria dos casos, são suficientes dois a três dias de tratamento. Se a diarréia persistir após cinco dias, deve-se rever o diagnóstico e modificar a terapia.

- Pacientes idosos

Não existem advertências ou recomendações especiais
sobre o uso do produto por pacientes idosos.

- Conduta em caso de superdosagem

Em estudos de toxicologia animal, não foi possível determinação da DL50, mesmo empregando-se doses muito superiores às indicadas para o homem